Discurso de Tomada de Posse da Comissão de Trabalhadores para o Quadriénio 2018-2022


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No dia 4 de Janeiro do corrente ano, tomou posse no Edificio da Reitoria a nova Comissão de Trabalhadores da Universidade do Porto para o Quadriénio 2018-2022. Na presença do Reitor da Universidade e de outros destacados elementos da comunidade académica foi proferido o seguinte discurso:

 

No momento em que esta equipa inicia funções à frente da Comissão de Trabalhadores da Universidade do Porto, gostaríamos de começar por agradecer a confiança dos que em nós votaram no último ato eleitoral.

Apesar de todos os condicionalismos que afetaram esta eleição, nomeadamente a inexistência de projetos alternativos, a data do ato eleitoral, entre outros, a quantidade de votos expressos deixa-nos muito satisfeitos pelo interesse que uma Comissão de Trabalhadores tem no seio da nossa Universidade. Na verdade, os Trabalhadores querem ter uma participação ativa e responsável no destino da nossa Universidade.

Agradecemos, também, à Comissão de Trabalhadores cessante e ao Grupo Constitutivo que lhe deu origem, pelo caminho percorrido ao longo dos últimos 5 anos e por ter aberto a porta à participação dos Trabalhadores nos desígnios da Nossa Universidade.

Não podemos deixar de agradecer a colaboração prestada pela Reitoria da Universidade do Porto, pelas Unidades Orgânicas e Serviços Autónomos no desenrolar do ato eleitoral.

A todos o nosso muito obrigado.

A Comissão de Trabalhadores, agora empossada, pautará a sua atuação alicerçada em cinco vetores fundamentais, sem os quais consideramos não ser possível estar à altura da Comissão de Trabalhadores de uma Universidade como a nossa:

COLABORAÇÃO – com todos os órgãos de gestão da Universidade e das suas Unidades Orgânicas e Serviços Autónomos; com os demais órgãos e serviços da Universidade do Porto. Colaboraremos, também com organizações externas na medida em que através de trabalho conjunto, tal signifique o bem da Universidade e dos seus Trabalhadores.

DIÁLOGO – com todos os Trabalhadores, independentemente do cargo que ocupem. Só através de um diálogo franco e de uma partilha de vivências se conseguirá ter uma visão completa e abrangente dos diversos problemas que afetam os Trabalhadores da Universidade do Porto.

TRANSPARÊNCIA – Informaremos com transparência todos os Trabalhadores da Universidade sobre as nossas posições que terão sempre como principal prioridade o respeito pela opinião daqueles que representamos. A este respeito, manteremos no sítio da Comissão de Trabalhadores uma área pública onde publicaremos atas e comunicados;

INDEPENDÊNCIA – Atuaremos com independência relativamente a associações políticas, sindicais ou de outra índole;

HONESTIDADE – Não traremos para a Comissão de Trabalhadores agendas pessoais. Os assuntos discutidos na Comissão de Trabalhadores são os assuntos que afetam todos os Trabalhadores.

Neste quadriénio que agora começa, tudo faremos para defender a valorização profissional e pessoal e o equilíbrio entre o trabalho e a família.

Defenderemos, também, que todos os processos da nossa Universidade decorram de forma justa e equitativa para todos os Trabalhadores, sempre dentro do quadro legislativo aplicável. A este respeito podemos referir a título de exemplo, as recentes mudanças no orçamento de estado que terão impacto nas progressões de carreira dos Trabalhadores docentes e não docentes e na estabilidade dos vínculos contratuais dos investigadores.

Levaremos a cabo reuniões com os órgãos de governo da Universidade, Unidades Orgânicas e Serviços Autónomos, sempre de modo construtivo e na defesa dos interesses profissionais e direitos dos Trabalhadores, nomeadamente no que respeita a regulamentos, reorganização de serviços, redução da atividade da Universidade ou encerramento desta a qualquer título, alteração dos horários de trabalho aplicáveis a todos ou a parte dos Trabalhadores, estabelecimento dos planos anuais de férias, entre outros.

Defenderemos a valorização profissional e distribuição equitativa das condições laborais de todos os Trabalhadores, independentemente do seu vínculo e no acesso a ações de formação a todos os Trabalhadores docentes, não docentes e investigadores.

Tudo faremos, ainda, para que todas as questões que nos façam chegar sejam discutidas ou encaminhadas no seio do órgão competente para as resolver. Todas as questões terão uma resposta.

Por fim, deixamos a garantia de que não prescindiremos de emitir juízos críticos, de formular sugestões ou de apresentar reclamações sempre que se revelar necessário para defender os direitos de Todos os Trabalhadores da nossa Universidade.

Voltamos a agradecer a todos os que com o seu voto validaram o nosso comprometimento com este projeto que visa enaltecer a nossa Universidade e todos os que nela trabalham.

Acreditamos, seriamente, que vale a pena este compromisso.

 

Obrigado