Posição da Comissão de Trabalhadores da UP – alteração dos SPUP

Aos Trabalhadores da UP,

Desde a efectivação dos SPUP, em Maio de 2013, tem existido, na área administrativa da UP, uma grande instabilidade. A forma como, centralmente, o assunto foi tratado, a isso conduziu. Em finais de 2015, o assunto não foi melhor orientado, mas agora, a nível das Escolas e serviços.

Em algumas Escolas, os trabalhadores afectos aos SPUP não foram contactados localmente, noutras foram e exprimiram vontade de querer voltar a vestir a camisola da sua Escola. Em ambos os casos, foi com imensa surpresa que receberam uma comunicação, por mail, do Director dos SPUP, em 1 de Dezembro de 2015, anunciando “consultada a Direção da Entidade Constitutiva sede do seu local de trabalho, esta decidiu que a área de suporte a que se encontra afeto(a) continuará integrada nos Serviços Partilhados da U.Porto, como até agora”.

Os trabalhadores visados tiveram 6 dias para se pronunciarem sobre a sua vida profissional imediata, surgindo situações estranhas de, em algumas Escolas, metade dos trabalhadores afectos a um mesmo serviço continuarem integrados nos SPUP e a outra metade, regressar à origem.

Face ao exposto, a CT-UP solicitou, em sede própria, que fossem acauteladas as garantias sobre a audição de todos os trabalhadores envolvidos sobre a sua real concordância e que fossem previstas eventuais situações, nas quais, por impossibilidade do trabalhador ter manifestado a sua vontade em tempo útil, o possa ainda fazer. Esta posição recebeu a concordância da Reitoria.

A CT-UP tem, desde a sua fundação, pugnado pela defesa da transparência dos processos e pela auscultação dos trabalhadores da UP, apelando sistematicamente a um seu maior envolvimento na vida interna da nossa Universidade.

Porto, 22 de Janeiro de 2016