Posição da CT-UP sobre a desigualdade laboral

A Comissão de Trabalhadores tem procurado, junto da tutela, implementar medidas de inclusão face às desigualdades existentes no seio da nossa Universidade.

Neste momento há trabalhadores não-docentes a cumprirem 40 horas de trabalho, mas a auferirem o vencimento de 35 horas e outros a trabalharem e receberem o equivalente a 40 horas. Uma notória desigualdade pois para trabalho potencialmente igual o salário é diferente.

No seio dos trabalhadores docentes ocorrem, igualmente, situações singulares. A recusa sistemática em celebrar contratos ao abrigo do ECDU (mesmo no caso da Fundação é legalmente possível), tem conduzido à existência de docentes com as mesmas responsabilidades mas direitos diferentes. Os contratados individualmente pagam emolumentos. Os salários negociados caso-a-caso podem ser distintos.

A CT-UP continuará atenta e a bater-se pela inclusão, a todos os níveis, na Academia, de modo à projecção da UP no panorama nacional e internacional.